cima de nós, ou reclamar egoisticamente algo mais. São as "Jaba The Hut" com que há que lidar. Há as pessoas que desconfiam, "borderline" confissão, da inexperiência que "cheiram". E há as que, raras, não resistem a mandar as duas pedras que têm em cada mão. Felizmente, as poucas que se afoitaram escolheram o novato errado. Valem, por isso, as pessoas de coração, de doçura e cortesia, de paciência. As que percebem que a mais básica premissa na nossa mente é mesmo a sua Saúde, o seu dinheiro, que tudo seja realmente feito "como deve ser".Mas, além dos 3 Ps que, acima, compõem o tripé de uma hipérbole, há ainda um novo. Houve um P que, ontem, iluminou o meu dia, de novato em farmácia suburbana, como eu nunca julgara possível. O nome que a senhora desejava na factura tinha os três primeiros banais. Mas depois havia o apelido, e a senhora, preparada que estava para o ter mal-entendido, repetiu-o, soletrou-o. E eu, de cada vez, não podia acreditar. "Pratt: pê, erre, à, tê, tê". Não podia ser... Não podia ser, aquele apelido, ali, tão fora do contexto de onde eu o conhecia. Como podia haver algo remotamente relacionado com Hugo Pratt naquela farmácia, plantada num caótico subúrbio lusitano? Não podia ser. E eu não podia resistir. "É da nossa família. Somos descendentes". O quê??? Família do Hugo Pratt, o criador de Corto Maltese e um dos nomes primeiríssimos de toda a BD mundial??? E lá me confessei, lá perguntei algo mais, lá continuei a impressão da factura e o processo do troco, parvo no meu deslumbre.











